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Com custo de R$ 500 mil por capítulo, Pecado Mortal marca a estreia de Lombardi na Record

Divulgação da nova trama aconteceu na manhã desta terça-feira nos estúdios do Recnov

Bem humorado, o autor revelou diversos detalhes da superprodução da Record (Foto: Munir Chatack/Record)

As portas de um dos estúdios mais modernos do RecNov foram abertas na manhã desta terça-feira (10) para divulgar a novela Pecado Mortal, a nova trama da Rede Record, que estreia no próximo dia 25. Jornalistas da imprensa especializada marcaram presença no encontro, que contou com a participação do autor Carlos Lombardi, do diretor-geral Alexandre Avancini, além da presença de grande parte do elenco.

A novela se passa no final dos anos 70, uma época que marcou a história do Rio de Janeiro, principalmente no que se refere à criminalidade no Brasil. O consumo de drogas se alastra pela sociedade brasileira alterando a estrutura de poder entre os criminosos. Se anteriormente os morros eram controlados por chefes do jogo do bicho, foi no final dos anos 70 que o poder começa a passar para as mãos de traficantes. Foi este o ambiente de pesquisa do autor Carlos Lombardi e a inspiração para escrever a história.

— A atualidade foi o meu ponto de partida. Todo mundo fala que as UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) vão resgatar um território que foi perdido pela sociedade civil. Isso me deixou curioso e fui saber como tudo começou, quando que esse território deixou de fazer parte do Brasil. Então eu descobri que tinha uma troca da guarda, onde os bicheiros mais tradicionais começaram a ser substituídos por traficantes e esse processo começa no final dos anos 70. A novela foi buscar isso.

E para dar vida à obra, foram necessários investimentos. De acordo com Anderson de Souza, diretor de dramaturgia, somente os gastos com cenografia foram de R$ 11 mi e cada capítulo custará para emissora algo em torno de R$ 500 mil.

— É um produto caro porque em qualquer outra novela contemporânea, você trabalha com uma base de acervo já existente de produções anteriores, ou seja, você tem um acervo de figurino, de móveis e cenários que podem ser reaproveitados. Para uma novela de época não existe acervo. Temos que desenhar o figurino, costurar o figurino, tem que em busca de carros de quem é colecionador. Por tudo isso o custo é mais elevado.

O diretor-geral Alexandre Avancini, que também esteve presente na divulgação de Pecado Mortal, contou que a trama irá trazer uma mistura de ação, drama e humor, características do autor Carlos Lombardi.

— Tenho muito prazer em voltar a trabalhar com Lombardi. Essa minha pegada de ação veio com diversas experiências que tive em outros trabalhos feitos com ele. Somente Lombardi escreve como Lombardi, mais ninguém.  Também estou muito satisfeito com o elenco, que está vestindo a camisa, e tirando também.

Quer ficar por dentro de cada detalhe da coletiva de imprensa? Assista na íntegra:

Veja também um clipe exclusivo da superprodução:

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