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Disputa de posição na seleção feminina é “ótima”, assinala o técnico Zé Roberto

Jogos do Grand Prix em São Bernardo serão bons para mais avaliações; com dores no ombro, Fernanda Garay deve ser poupada

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Wander Roberto/Divulgação/Vipcomm

Denise Mirás, do R7

Só faltam as ponteiras para o técnico José Roberto Guimarães definir a seleção de vôlei que joga a segunda etapa do Grand Prix neste fim de semana, em São Bernardo. Mas, como Fernanda Garay sentiu o ombro esquerdo depois de 15 sets jogados em três dias em Lodz, na primeira etapa, deverá mesmo ser poupada das partidas contra Alemanha, Itália e Estados Unidos, respectivamente nesta sexta-feira (15), sábado (16) e domingo (17). Mas, no geral, até a Olimpíada de Londres, a disputa de posição, para Zé Roberto, é fator importante na motivação do grupo: para manter as jogadoras “acesas”.

No treino desta quarta-feira (13), no Ginásio Poliesportivo de São Bernardo, o treinador reuniu suas 20 jogadoras - além do time mesclado que foi à Polônia, também vieram as oito que estavam treinando no CT de Saquarema-RJ, poupadas porque foram até a final da Superliga,

Para Zé Roberto, os jogos do Grand Prix são importantes para ir definindo a equipe que irá defender o ouro olímpico nos Jogos Olímpicos de Londres, entre 27 de julho e 12 de agosto.

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Com relação às levantadoras, por exemplo - Fernandinha, que chegou agora ao grupo, foi bem na Polônia na avaliação do técnico, que lembrou que a jogadora entrou sob pressão. Fabíola até então vem como titular, com Dani Lins também na disputa. As três estarão nestes jogos em São Bernardo.

Mari e Sheilla agora também jogam na mesma posição, de opostas, na seleção. Mari ainda sente dores no ombro direito, operado, mas está ganhando confiança, segundo ela mesma - fez apenas três treinos antes dos jogos na Polônia. A jogadora calcula que esteja em 80% de suas possibilidades mas gostou, por exemplo, do treino desta quarta-feira, porque conseguiu “soltar mais o braço”.

Com relação à mudança de função, deixando a ponta, Mari diz que sua função é “ajudar o grupo” e não se preocupar em querer fazer uma coisa ou outra.

- Eu jogava como oposto. As funções são diferentes mas já fiz as duas. E sei que posso melhorar.

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Zé Roberto acredita que uma oposta de 1,90 m seja importante na entrada de rede - e essa é uma das justificativas assimiladas por Mari, para segurar as opostas adversárias, "que são as jogadoras adversárias que mais recebem bola”.

Sobre as adversárias deste fim de semana, o técnico brasileiro disse que a Alemanha tem volume de jogo por causa da defesa, enquanto a Itália tem um padrão de jogo mais cadenciado, de bolas altas.

- É um bom teste para a gente, no caso da defesa das alemãs. São escolas diferentes, o que é ótimo.

Para o treinador, os Estados Unidos, adversário de domingo (17), "têm o melhor conjunto do momento”, com ritmo, passe, defesa...

- É o time mais balanceado.

Mas Zé Roberto lembra também como será importante testar suas jogadoras sob pressão, na disputa por vaga na equipe que vai à Olimpíada.

- É ótimo.Muito bom para o desenvolvimento do nível do time como um todo.

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