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Garotas da seleção de vôlei estão mais maduras até em termos biológicos

Preparador físico diz que viagens para a Ásia agora tomam apenas três dias para adaptação de fuso horário

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Meninas do vôlei tomavam bronca por levar feijoada enlatada para viagens (Foto: Alexandre Arruda/CBV)

Denise Mirás, do R7

Até biologicamente a seleção brasileira feminina de vôlei está mais madura, em relação ao ouro olímpico de Pequim 2008. As jogadoras não sentem mais tanto os efeitos de fuso horário de um torneio desgastante como este do Grand Prix, que no seu início era disputado apenas na Ásia. Acabou a história de um dia para cada hora de diferença de fuso horário - agora, em três dias as atletas estão adaptadas, como explica José Elias de Proença, o preparador físico da equipe.

- Os ajustes biológicos, até em termos intestinais e, portanto, digestivos, estão mais fáceis. E o grupo já sabe lidar com isso. Antes, estudávamos os impactos, para tentarmos minimizar efeitos. Agora, já existe uma cultura pronta.

Antes, a seleção levava comida para a Ásia. Agora, se mantém a “geladeira” - compra-se produtos em mercados como iogurtes, frutas, queijos magros, para as jogadoras, como explica Zé Elias, mas nada comparado com “as malas” que se levavam.

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- Elas mesmas agora levam no máximo um caldinho de feijão para misturar com o arroz. Ou uma latinha de atum, por causa de proteínas para não perder a massa muscular.

Zé Elias ri, ao lembrar que tinha de brigar porque as jogadoras levavam latas de feijoada...!

Agora, também já existem restaurantes brasileiros em vários locais da Ásia - e já conhecidos - que recebem as equipes, como na própria Ningbo, cidade chinesa onde mais uma vez será a fase final do Grand Prix.

Mas, da mesma forma que as jogadoras da seleção de Zé Roberto sofrem menos desgaste com o Grand Prix, também as adversárias, como observa Zé Elias, também estão mais “aculturadas”.

Natáia, em nível de excelência

O preparador físico não viajou à Polônia para a primeira fase do GP para ficar cuidando principalmente de Natália, que se recupera de uma segunda cirurgia na canela esquerda. Se for pela disposição da atleta, pela motivação, já estaria trabalhando muito mais em quadra.

- São questões de ajustes, como volume de saltos em um treino, em uma semana. Precisamos ter cuidado para não avançar o sinal.

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Mas os exercícios de perna, de fundo de quadra, que estão sendo trabalhados, Natália está “tirando de letra”.

- E em termos de composição corporal, a Natália secou bem - chegou à excelência. Tínhamos planejado 80 kg e ela está com 78.

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