Novidades ''Minhas decisões eram com o coração'', define Daniel Toko sobre trajetória em A Grande Conquista

''Minhas decisões eram com o coração'', define Daniel Toko sobre trajetória em A Grande Conquista

Em entrevista exclusiva, o ex-participante revela se ficou arrependido de ter se aproximado de Thiago Servo no jogo

  • Novidades | Do R7

Daniel Toko foi eliminado com 24,96% dos votos em dupla eliminação

Daniel Toko foi eliminado com 24,96% dos votos em dupla eliminação

Edu Moraes/Record TV

Em uma noite de dupla eliminação, Daniel Toko e Ricardo Villardo deixaram a reta final da A Grande Conquista no último sábado (15). Toko foi eliminado com 24,96% dos votos do público.

Em entrevista, o ex-participante revela se ficou arrependido de ter se aproximado de Thiago Servo no jogo e ainda abriu o coração sobre a disputa.

1. O que você teria feito de diferente no programa? Você se arrepende de algo?

Absolutamente nada de diferente. É uma resiliência da vida. Claro que, às vezes, quando a gente faz uma coisa muito errada, bate uma culpa, um arrependimento. Mas os meus erros lá foram triviais, erros de alguém que não tem experiência com esse tipo de programa de confinamento.

Comigo, está tudo em paz, meu coração está leve. O retorno aqui fora está tudo dentro da minha expectativa, da minha performance.

2. O fato de você ter ficado mais próximo do Thiago Servo ajudou ou atrapalhou você no jogo?

Acho que eu escolho as coisas com o coração. Não tinha como eu estar andando com outras pessoas na casa. Eu visualizei todos os grupos, eu esperei quase duas semanas para estar com algum grupo mais definitivo.

Eu estava mais comigo, observando, não queria errar, não queria ir por mentiras, porque “aquele grupo parece forte”, “aquele grupo tem seguidor”. Fui pelo coração.

Teve uma noite que eu estava lá na sala e o Servo falou do filho dele que tem autismo. Ele falou de uma forma muito sincera, o Erick chorou. E aí falei: “O meu lugar está aqui com esses meninos”, que erram, falham como eu.

Ninguém ali é perfeito, de pessoas perfeitas. Mas entre os errantes da casa, aquele era o meu lugar. Vivi o melhor que pude. Amo o Servo, e a Gy também, que foi o nosso grupo, junto com Bruno Tálamo e o Erick.

3. Você saiu com imagem de estrategista. Você foi mais coração ou racional? Você entrou com alguma estratégia?

Eu entrei sem nenhuma estratégia, sem saber como funcionava. Entrei bem cru. Reality não era algo que consumia tanto, mas passei a admirar a estratégia. Eu racionalizava bastante para pensar no jogo, mas as minhas decisões eram com o coração.

Primeiro, a gente racionaliza, entende o que está acontecendo, a lógica, aí o coração vai definir. Às vezes, a lógica fala para um lado e o coração fala para o outro. No final, o coração sempre tem razão. Mas eu uso os dois.

4. Quem merece ganhar a disputa?

Servo e Gyselle. São dois irmãos que eu fiz lá dentro, amo muito. O Servo tive uma relação mais linear. Com a Gy, a gente teve algumas coisinhas com ela, eu e o Servo. Para não ficar na sabonetada, seria o Servo. Mas se a Gy ganhar, vou ficar tão feliz quanto. 

5. Com quem você não pretende ter relação de amizade ou conviver aqui fora do jogo?

A Sandra [Melquiades]. Não trocamos muito pessoalmente. A gente aprendeu a se respeitar durante o jogo, meu primeiro embate foi com ela, depois, me colocou em uma dinâmica como “bom coração”, apesar de ter me colocado em duas Zonas de Risco.

Mas acho que seria ela. Outra realidade, outra frequência, não é melhor nem pior. É apenas a trajetória dela. Acho que tem outras pessoas que eu teria mais conexão aqui fora.

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A Grande Conquista vai ao ar de segunda a sábado, às 22h45; e aos domingos, a partir das 23h, na Record TV.

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