Balanço Geral Motorista tem dificuldade para entrar em viatura após atropelar e matar motociclista

Motorista tem dificuldade para entrar em viatura após atropelar e matar motociclista

O suspeito admitiu que bebeu, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro; entenda o caso

Jovem foi socorrido ainda consciente e chegou a conversar com os socorristas, mas não resistiu aos ferimentos

Jovem foi socorrido ainda consciente e chegou a conversar com os socorristas, mas não resistiu aos ferimentos

Reprodução/RECORD

O Balanço Geral trouxe detalhes do caso de Gabriel Patrick Silva, de 25 anos, rapaz que saiu de casa para ir à academia e morreu atropelado, em Minas Gerais. O principal suspeito é José Silveira Nunes, motorista do carro que acertou a moto do jovem.

Gabriel avisou os familiares que estava indo para a academia, mas demorou a voltar. A mãe dele recebeu uma ligação e, do outro lado da linha, a pessoa disse que o filho dela sofreu um acidente.

O SAMU chegou rápido, a vítima recebeu os primeiros atendimentos ainda no local. Ele estava consciente e chegou a conversar com os socorristas, mas não resistiu aos ferimentos. 

O motorista do carro, que estava sozinho, contou para a polícia que não avançou o sinal e, segundo o suspeito, ele teria passado no sinal amarelo. No entanto, testemunhas relataram que o homem teria avançado, sim, no sinal vermelho.

Segundo a Polícia Militar, José estava com sinais de embriaguez e admitiu que fez uso de bebida alcoólica, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro. O homem foi preso em flagrante por crime de trânsito e apresentou dificuldades para entrar no xadrez da viatura.

A moto de Gabriel foi levada pela PM. Ainda em estado de choque, a mãe do rapaz não tinha forças para ficar de pé e precisou ser amparada. Ela esperou sentada o veículo ser removido. Desolada, saiu levando as lembranças do jovem que sonhava em ser policial civil.

A cena impactou outros motociclistas que passavam pela avenida. “Quero voltar para casa, eu tenho filha, mãe, meus parentes que me esperam todos os dias em casa e ele também tinha”, disse Rafael Oliveira.

O motoboy espera que a morte do Gabriel não fique impune e que motoristas que dirigem embriagados respondam por isso. “O cara vai para a delegacia, chega lá, paga uma fiança e vai embora. E a família do cara, como fica?”, questionou Rafael.

Veja a reportagem completa:

O Balanço Geral vai ao ar de segunda a sexta, às 11h50; e aos sábados, às 13h, na RECORD.

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