Balanço Geral "Pelo erro de uma investigação, fui exposta para o Brasil inteiro", diz acusada de integrar o trio de irmãs do crime

"Pelo erro de uma investigação, fui exposta para o Brasil inteiro", diz acusada de integrar o trio de irmãs do crime

Defesa tenta provar que Maria Eduarda estava trabalhando no dia em que loja de shopping de luxo foi assaltada; entenda o caso

Maria Eduarda se defende de acusações que faria parte de quadrilha com as irmãs

Maria Eduarda se defende de acusações que faria parte de quadrilha com as irmãs

Reprodução/Record TV

Balanço Geral  desta quinta (3), exibiu uma entrevista com Maria Eduarda, mulher que ficou conhecida ao lado de Juma Yara e Maria Aparecida como “irmãs do crime”. O trio foi acusado de praticar furtos em lojas de luxo em vários estados do país.

Elas estão, inclusive, sendo procuradas por um assalto em uma loja localizada em um shopping de luxo no Mato Grosso do Sul, que aconteceu no dia 16 de junho.

Juntas, as irmãs somam dez passagens pela polícia e acumulam Boletins de Ocorrência. Maria Eduarda é a única do trio com apenas um registro, feito há nove anos, por associação ao tráfico, posse de drogas e arma de fogo.

Segundo colegas de trabalho da moça, que entraram em contato com o Balanço Geral para defendê-la, aquela teria sido a única vez em que a jovem se envolveu em atos criminosos com as irmãs. Após a situação, ela teria decidido mudar de vida.

Para se defender das acusações, a jovem procurou a equipe do Balanço Geral, e mostrou provas de que não poderia ter atuado com as irmãs no dia do assalto. “Investigação grotesca”, disse.

O advogado de defesa, Anderson Minichillo, apresentou os dois grandes trunfos usados. O primeiro é a folha de ponto da empresa em que Eduarda trabalha. Ela é corretora de seguros e não faltou nenhum dia. Outra prova relevante é a assinatura dela em uma assembleia importante do estabelecimento.

“[Temos] Dados concretos de que ela não poderia estar em dois lugares ao mesmo tempo”, afirma o advogado.

Maria Eduarda se sente revoltada e injustiçada. “Pelo erro de uma investigação, fui exposta para o Brasil inteiro”. Ela ainda acrescentou: “Minha vida está parada depois de toda essa divulgação”.

Um mandado de prisão foi efetuado no nome da moça e por isso ela está foragida. Durante a entrevista, ela não deu pistas de onde poderia estar, mas revelou seu descontentamento.

Por enquanto, a polícia segue investigando as irmãs e nada foi concluído.  

O Balanço Geral vai ao ar de segunda a sexta, às 11h50; e aos sábados, 13h, na tela da Record TV.

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