Câmera Record Câmera Record mostra como o transporte ilegal coloca em risco a vida das pessoas

Câmera Record mostra como o transporte ilegal coloca em risco a vida das pessoas

No programa deste domingo (6), repórteres enfrentam tempestades e ameaças para revelar como as embarcações irregulares são perigosas. É a partir das 23h15, na Record TV

Reportagem exclusiva mostra como o transporte ilegal coloca em risco a vida de milhões de pessoas

Reportagem exclusiva mostra como o transporte ilegal coloca em risco a vida de milhões de pessoas

Divulgação/RecordTV

No Câmera Record deste domingo (6), os repórteres mostram como o transporte ilegal coloca em risco a vida de milhões de pessoas nos rios da Amazônia.

Durante 17 dias, os repórteres Rogério Guimarães, Daniel Mota e Michel Mendes viajaram mais de 500 km pelos rios Amazonas e Xingu, enfrentaram tempestades e ameaças, para mostrar como as embarcações irregulares colocam em perigo a vida de milhões de pessoas que dependem do transporte fluvial na região Amazônica. A edição é de Aline Bertoli e Rodrigo Favero.

Nossa equipe revela também as rotas clandestinas usadas por barcos e navios para fugir da fiscalização, que quase não existe, de acordo com documentos das Polícias Civil e Federal, do Ministério Público Federal e da Justiça do Pará obtidos com exclusividade.

A pedido do Câmera Record, a Marinha fez um levantamento sobre acidentes em todo país: são mais de 10.000 na última década, além de milhares de mortos.

Muitos dos que navegam por aquela região ignoram as leis. Andam sem habilitação, não têm autorização para trafegar e não respeitam as normas de segurança das embarcações.

No dia 29 de fevereiro do ano passado, o Anna Karoline III naufragou durante uma viagem entre Macapá, no Amapá, e Santarém, no Pará. A rota era clandestina e o navio levava muito mais peso do que poderia.

Cerca de 42 pessoas morreram. Destas, 15 estavam indo para uma festa, na pequena Almerim, que fica no meio do caminho. A comemoração não aconteceu por causa do acidente e impactou a cidade inteira.

"São muitas, muitas famílias que choram até hoje a morte dos seus parentes", conta dona Rosa, que perdeu o filho, a nora e a neta.

O Câmera Record encontrou o dono da embarcação, Erlon Rocha. Ele se diz inocente. "Eu não sou culpado e nem posso me culpar por aquele momento".

Mas não é isso que revela o inquérito, concluído na semana passada. De acordo com a Polícia Federal, Erlon e o comandante da embarcação, Paulo Márcio, e um tripulante vão responder por homicídio culposo — quando não há intenção de matar. Já o sargento Valdiné Pereira da Silva e o cabo Wesley Hilton de Sousa Frias são acusados de prevaricação, que é o delito cometido por funcionários públicos que deixam de cumprir seus deveres de ofício.

No nosso podcast, os repórteres Rogério Guimarães e Daniel Mota contam os bastidores da primeira parte do documentário Embarcações Clandestinas para a jornalista Renata Garofano.

Você não pode perder o Câmera Record deste domingo (6). É logo depois do Domingo Espetacular, às 23h15, na Record TV.

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