“O último respiro ele deu no meu braço”, diz avô de jogador morto no RJ

Dyego Coutinho, meio-campo das categorias de base do América-RJ, tinha 16 anos e foi morto quando saía de casa para mais um treino. A Polícia Militar fazia operação contra o tráfico em uma comunidade de Niterói (RJ). Dyego foi a quinta vítima de bala perdida em cinco dias no Rio. O motorista de ônibus Cristóvão, avô de Dyego, reconheceu o corpo do neto quando passava pela rua. À imprensa, o avô disse que a polícia acusou Dyego de ser traficante, mas na hora do crime o rapaz carregava apenas uma chuteira e o chinelo na mochila. "Quando ele nasceu, eu peguei ele para criar, e quando ele morreu, eu estava passando justamente onde o soldado deu o tiro e eu peguei ele no meu colo, e o último respiro ele deu no meu braço", desabafou. Para assistir ao conteúdo na íntegra, acesse PlayPlus.com