Podcast Arquivo Vivo Podcast Arquivo Vivo: A morte cruel da menina Araceli na capital do Espírito Santo | Ep. 57

Podcast Arquivo Vivo: A morte cruel da menina Araceli na capital do Espírito Santo | Ep. 57

Crime motivou a criação de dia contra abuso sexual de crianças

Araceli Cabrera Sánchez Crespo, de 8 anos, não voltou da escola onde estudava, em Vitória (ES). O corpo da menina foi encontrado seis dias depois, nos fundos do hospital infantil da capital capixaba. Estava desfigurado por ácido, com marcas de violência e abuso sexual. Araceli foi mantida em cárcere privado por dois dias, no porão e no terraço de um bar que pertencia à família de um dos suspeitos, da família Michelini, influente no estado.

Vários boatos sobre o desaparecimento da criança e dúvidas quanto ao reconhecimento do corpo. Uma das hipóteses foi de que a menina teria sido mandada pela mãe para entregar um envelope a Jorge Michelini, tio de Dantinho, um dos suspeitos de sua morte. Chegando lá, os acusados a teriam drogado, estuprado e assassinado num apartamento do edifício Apolo, no centro de Vitória.

Segundo a promotoria, Araceli esperava o ônibus depois da escola, quando Paulo Helal, que estava em seu Ford Mustang branco, pediu para Marislei dizer à menina que "tio Paulinho" a chamava para levá-la para casa. A lei 9970 marca o dia 18 de maio, data do assassinato brutal de Araceli, como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de crianças e adolescentes.

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