Caso Henry

Repórter Record Investigação Repórter Record Investigação traz à tona casos impactantes de violência contra crianças 

Repórter Record Investigação traz à tona casos impactantes de violência contra crianças 

O programa desta quinta (29) mostra que a maioria das agressões e abusos acontece dentro de casa, um crime silencioso e difícil de investigar

O programa traz à tona casos impactantes, muito parecidos com o do menino Henry, mas que não ganharam tanta repercussão

O programa traz à tona casos impactantes, muito parecidos com o do menino Henry, mas que não ganharam tanta repercussão

Reprodução/ Record TV

Repórter Record Investigação desta quinta (29) traz à tona casos impactantes de violência contra crianças e, alguns aspectos, muito parecidos com o do menino Henry, mas que não ganharam tanta repercussão na mídia.

Um dado alarmante ajuda a ilustrar a gravidade do problema: 90 crianças são vítimas de violência física, psicológica e sexual diariamente no Brasil. A maioria das agressões e abusos acontece dentro de casa. Um crime silencioso, difícil de se investigar, principalmente quando os pais estão diretamente envolvidos

São rostos e histórias desconhecidas. São o retrato cruel da violência contra criança. A cobertura do caso Henry provocou uma pergunta pertinente: o que está por trás de comportamentos tão agressivos por parte de alguns pais?

Especialistas e estudiosos responderam a essa e outras perguntas importantes sobre o tema.

Em Mogi das Cruzes (SP), a polícia investiga a morte de um menino de três anos. Não houve perícia na casa no dia da morte e, cinco meses depois, ninguém foi preso. Antes de morrer, Henrique confessou ao avô materno que estava sendo agredido.

"Ele era espancado pela madrasta. Aí ele mostrou pra mim que ela arrancava o cabelo dele", revela seu Walter Rosa de Jesus. Henrique viveu com o pai e a madrasta durante nove meses.

A 70 quilômetros de Mogi, na cidade de Mauá, na Grande São Paulo, uma mãe foi denunciada pela morte do próprio filho. Nossas equipes conversaram com o pai da criança e encontraram a testemunha que ajudou a socorrer Samuel, de apenas 2 anos.

"Eu socorri o menino, saiu um líquido preto da boca dele. Ali ele já estava morto", descreve a testemunha, que não quer se identificar.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo, a mãe asfixiou a criança e a matou por afogamento. O caso ainda está na fila para ser julgado.

É o que você vai ver no Repórter Record Investigação desta quinta (29), a partir das 22h45, na tela da Record TV

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