Entrevistas “O que acontece na casa, fica na casa”, diz Manu Lopes sobre Top Chef Brasil

“O que acontece na casa, fica na casa”, diz Manu Lopes sobre Top Chef Brasil

Personal chef avalia sua participação no programa, relembra atritos do confinamento e revela planos para o futuro

  • Entrevistas | Juliana Lambert, do site oficial

Manu Lopes fala sobre seus planos após Top Chef Brasil

Manu Lopes fala sobre seus planos após Top Chef Brasil

Edu Moraes/Record TV

Fã de realities gastronômicos, Manu Lopes, a chef Emmanuele, não imaginava que um dia faria parte de um dos programas mais badalados e com maior nível de exigência quando o assunto é cozinha: “A experiência é indescritível, nunca me imaginei no Top Chef Brasil, sou fanática por todos os programas de culinária e o Top Chef é o mais difícil de todos, porque tem confinamento e batalha gastronômica. Foi incrível ter feito parte disso”, confidencia.

Manu, que viveu algumas polêmicas dentro da Casa Top Chef e alguns desentedimentos com Gab Thalg, garante que está tudo bem e não se arrepende de nada.

“Já trabalho há muito tempo, mas foi uma oportunidade incrível ficar trancada em uma casa com outros 14 cozinheiros participantes. Eu não teria feito nada diferente, dei o meu melhor. Saí completamente de uma zona de conforto que eu já não tinha. Foi uma Emmanuele totalmente diferente do que eu sou, sou muito exagerada e no Top Chef fui muito minimalista. A cozinha me traz esse minimalismo”, revela.

Mas há uma pergunta que não quer calar: como ficou a relação com a chef Gab? “Temos temperamentos semelhantes e sempre que a pessoa é muito parecida com você, há atritos.
A casa é uma montanha-russa, com muitos dialetos regionais e tudo isso e pesa. O que aconteceu na casa, fica na casa”, explica.

Entre os aprendizados, Manu destaca a atitude de falar menos e ouvir mais. “Eu já faço isso na minha vida, mas ali era muito importante saber a hora de falar”, observa.

Como uma boa fã de realities culinários, ela revela que não acumulou conhecimento apenas da sua temporada. “Absorvi todas as dicas que os jurados deram desde os primeiro episódio e das outras temporadas também”.

Ela ainda destaca a oportunidade de fazer novos amigos de diferentes lugares do Brasil e fora do país. “Eu tenho amigos no Brasil e fora do Brasil agora”, fazendo referência ao chef Felipe, que mora em Portugual.

Para a chef, o mais complicado na competição foi lidar consigo mesma. “Sou muito aberta, gosto de conhecer pessoas e também da minha solitude, sei diferenciar muito a minha solidão da minha solitude. Sinto falta de poder me curtir, isso foi um desafio”, relembra.

Manu brinca ao falar sobre o futuro: “O único plano que eu tenho na minha vida é não morrer no rolê, isso é essencial [risos]. Entrei cozinheira, saí cozinheira e continuo trabalhando. Meu sonho é ter meu bar, meu restaurante em um cantinho pequeno para servir o que eu acredito”.

E para quem achou que havia algum clima entre ela e Gab, a chef avisa que sua torcida vai para as meninas: “Vai para a Nat e a Gab, amo as duas! Já dos meninos, torço para Cadu e o Giovanni, quem ganhar ali, vou ficar feliz”.

Do Top Chef para a vida

No próximo dia 20 de novembro, Manu promove o jantar Diáspora Africana ao lado do também ex-Top Chef, Julio Cesar Cardoso.

A dupla, que se conheceu no programa, vai preparar um menu em 7 tempos na Ville Du Vin, a partir das 19h30, e mostrar para São Paulo que esse sabor extraplou a tela!

O Top Chef Brasil 3 vai ao ar toda sexta-feira, logo após A Fazenda 13.

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